VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DOS CHINELOS?

Que os chinelos fazem muito sucesso todo mundo já sabe… Mas, nós paramos para pensar e nos demos conta de uma coisa: essa fama não é de hoje! A história desse item que não falta em nossos guarda-roupas já vem de longa data. Eles são muito populares no Brasil, mas seu uso foi registrado por uma série de povos em todo o mundo. São tantas curiosidades que vale a pena investigar um pouco mais. Que tal fazer essa viagem no tempo com a gente e descobrir a história dos chinelos?

Chinelos egípcios
Acredite! Este tipo particular de sandália que não sai nos nossos pés teve origem com os antigos egípcios, lá pelos anos 4000 antes de Cristo. O par mais antigo está em exposição no Museu Britânico e data de 1500 A.C.! Ele é feito de papiro, mas como uma enorme variedade de culturas que têm usado estas sandálias ao longo dos anos, eles também usaram uma grande variedade de materiais.

Chinelos de quê?
Papiro e folhas de palmeira foram os materiais mais comuns usados no antigo Egito. Já o couro cru era o material de escolha entre o povo Masai, da África. Na Índia, estas sandálias foram feitas principalmente com madeira. A palha de arroz era muito usada na China e no Japão. É claro que, nos tempos modernos, a maioria das culturas foram transferindo a preferência para o uso do couro, da borracha e de outros produtos têxteis ou sintéticos resistentes.

O boom dos chinelos
O que conhecemos como o chinelo moderno ganhou popularidade nos Estados Unidos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Eles são derivados do zōri japonês, que os soldados americanos levavam de volta para casa nas malas. Durante o boom do pós-guerra, os americanos começaram a projetar chinelos em novas cores e padrões brilhantes, usando-os para a sua conveniência e conforto. Na década de 1960, esse item ficou conhecido principalmente como uma parte do estilo de vida casual nas praias da Califórnia.

Chinelo brasileiro
Os chinelos se tornaram populares no Brasil na década de 1960 e sua popularidade desde então não para de crescer. Na década de 1970, o brasileiro Pedro Grendene Bartelle observou as sandálias de tiras dos pescadores da Riviera Francesa e teve uma ideia que revolucionou a moda nacional e mundial: um calçado de plástico injetado ganhava seu primeiro formato. A Melissa Aranha depois veio a se tornar ícone fashion e foi parar nas telas da tevê – nos pés da atriz Sônia Braga, na novela Dancin’ Days.
Desde então esse calçado não conhece limites: invadem cada vez mais os vários ambientes sociais, são usados para se obter estilo mais descolado, descontraído e até ganha combinações com peças que transmitem requinte, podendo criar a partir disso um estilo todo próprio e cheio de personalidade.

Chinelos sem limites
Associamos o uso de chinelos a ambientes como praia e campo, mas frequentemente vemos que na cidade os chinelos são também super bem-vindos. Podemos estar bem vestidos fazendo uso dessas peças, além de cheios de estilo e conforto – já que conforto é mesmo a marca registrada dos chinelos.
Os chinelos são ainda um presente coringa, que agrada várias ocasiões e pessoas: vai dos amigos-secretos anuais até brindes que distribuirmos ao final de um evento como uma lembrança para os visitantes. Independente do uso, da finalidade ou de quem esteja usando é inegável: os chinelos são um item que não pode faltar nos nossos guarda-roupas!

E então, curtiu nossa viagem pela história dos chinelos? Deixe seu comentário ou compartilhe essas curiosidades com os amigos e colegas!

by Jessica Sousa

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